Fragmentos de solidão

Por: fabiserra

jul 20 2011

Categoria: Fabiana Serra

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Desde o barulho da chuva batendo na janela até o vento contando seus segredos, todos os sons foram reduzidos ao silêncio. E o silêncio foi reduzido ao medo, e o medo à solidão.

Sentir tudo e não sentir nada. Sentir a confusão e compreender as pequenas e grandes ilusões. A nostalgia da praia, saudade do dia que o céu foi partido ao meio, bem em cima de nossas cabeças, mas dele não caiu nada.

Um dia obscuro e gentil. Atrás de nós havia as sombrias nuvens cinzentas com toda sua melancolia e a nossa frente a vastidão do céu azul e o horizonte além do mar, separados apenas por um raio de sol. O que isso significa? O que significou?

Como é possível sentir felicidade onde menos se espera e querer o que menos se quer?… O desejo e o não desejo… O domínio sem querer dominar e não dominar quando se quer… É apartir dessas contrariedades que se percebe o valor da perda ou o valor de quem passou despercebido.

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