Soneto de Partida

Por: fabiserra

jan 06 2012

Categoria: Fabiana Serra

4 Comentários

Tardes brancas de triste calmaria
Escondem entre folhas caídas
Os prantos presos da partida
Que vai de noite, que vai de dia…

Teu silêncio é um mar de feridas
Que a tua vida esconde.
Teu olhar transmite ondas de despedidas
Que vão para longe, que vão não sei onde…

Todos estão calados em soluços velejando
Enquanto tu escutas, passiva, a hora
Que espera, desespera forte pulsando.

Mas amanhã quando chegar a aurora
Os passos contados mil estarão sufocando
Aqueles respiros de quando fores embora…

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4 comentários em “Soneto de Partida”

  1. Não sei se era você que eu encontrei lendo Vinícius de Morais, mas se não for: não importa. Mas receio que seja você, por mencionar o termo “a hora”, algo retirado de “Hora Absurda”. Estou seguindo você no Twitter (algo que era até então sem uso). Bela poesia essa…

  2. Oi, tenho certeza que todos ão amando seu blog, inclusive eu. Você terá um grande futuro, que Deus te ilumine muito!


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